Cases / Patrimônio
Patrimônio: 63 regras viraram um app de retirada e devolução
Um painel de consulta e um app de movimentação deram visão e rastro ao patrimônio de uma instituição com vários campi.
O problema
A planilha de patrimônio, mantida por um app de campo, cadastrava e auditava bem, mas não mostrava o valor do acervo, as lacunas de cadastro nem quem estava com cada equipamento. Faltava também o registro de retiradas e devoluções.
O que foi construído
Painel de patrimônio. Somente leitura, com seis visões: visão geral, inventário, auditoria, valor, mídia e qualidade de dados. A de qualidade de dados é a que mais mudou a operação: em vez de relatar números, ela aponta anomalias com severidade e ação sugerida.
App de movimentação. Registra retiradas e devoluções com as regras testadas: não se retira item já emprestado, não se devolve o que está na base, a devolução ocorre no campus de origem, a data prevista é obrigatória e a data da operação nasce no servidor, nunca no aparelho. Até cinco fotos por movimentação.
A decisão que definiu o resto
A base oficial é mantida por outro sistema, e o acesso disponível era de leitura. Escrever nela seria sobrescrito na sincronização seguinte. Então o app passou a ter duas bases: a oficial, de onde só lê, e uma própria, onde escreve. A restrição virou regra de código: qualquer escrita dirigida à base oficial é recusada.
Um detalhe que vale contar
A ligação entre as duas bases não usa o número de plaqueta, que seria o caminho óbvio. A própria base prova por quê: há plaquetas duplicadas, com espaço sobrando e em branco. A chave é o identificador interno do ativo. A plaqueta serve para o operador buscar, não para o sistema confiar.
Experimente: faça uma retirada e uma devolução.
Dados fictícios. Tente quebrar as regras: retirar sem data, marcar devolução no passado, devolver em outro campus.
| Plaqueta | Item | Campus | Status | Última movimentação |
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